
Roma, 23 Ago. 12 / 08:14 am (ACI/EWTN Noticias).- Wang Xifeng, esposa do ativista de direitos humanos Qin Yongmin, denunciou à s Nações Unidas que o Governo da China os mantém sob constante perseguição e que uma das pressões foi que a obrigaram a abortar devido à s polÃticas de controle natal que regem o paÃs.
Através de uma carta enviada à organização de Direitos Humanos da China, com sede em Hong Kong, Xifeng narrou que seu caso começou quando se mudou em maio para Wuhan para casar-se com o Yongmin; matrimônio que não quer ser reconhecido pelo Governo e, portanto ao não contar com a licença, é considerado ilegal.
Assim, sem receber explicação, ambos foram detidos em junho durante 26 dias. Neste perÃodo Xifeng foi forçada a abortar porque as polÃticas de controle natal proÃbem a casais não casados de ter filhos.
Atualmente, indicou, "estamos sob vigilância às 24 horas. Podemos sair de casa, mas somente dentro da cidade e sempre vigiados".
A mulher pediu às Nações Unidas investigar os abusos que ela e seu marido recebem, -ele foi preso várias vezes por defender os direitos humanos- entre estes abusos está o atentado contra a vida do seu filho e a negativa do Governo de reconhecer seu matrimônio, em virtude dos "direitos humanos mais básicos".

































