Maçonaria

Conclusões

A maçonaria se caracteriza por seu relativismo religioso, filosófico e moral (público ou privado). E estas características não impedem o diálogo, mas sim a confluência e a dupla pertença.

A Igreja tem uma doutrina precisa; a Maçonaria, outra.

Definitivamente, a aceitação de um conjunto de princípios exclui a possibilidade de assumir outros incompatíveis com os anteriores. E isto é o que acontece no debate Igreja/Maçonaria.

A Igreja católica é uma realidade concreta; a companhia humana na que tem lugar o encontro pessoal com Jesus Cristo. É nela onde se pode viver sua amizade, o que pode ajuizar e abraçar toda a realidade. Entretanto, essa universalidade da Igreja, essa vocação pelas pessoas de toda classe, inteligência, raça ou condição, é negada pela maçonaria que por definição é elitista e esotérica.

De alguma maneira, vemos que essas negações da Revelação, da presença de Jesus como fato na Igreja, de sua negação da Igreja como tal, a maçonaria liga-se ao gnosticismo dos primeiros séculos da história do cristianismo. O que definitivamente demonstra que toda heresia moderna já foi inventada no início do cristianismo.

Nesse sentido, Philip Hugues caracteriza o gnosticismo da seguinte forma:

"o gnosticismo, como o nome indica, pretendia ser um caminho para chegar ao conhecimento, ou melhor dizendo, à visão de Deus. Proclamava que sua doutrina, seus ritos e suas práticas tinham caráter relevado e tinham sido transmitidos e preservados através de alguma misteriosa tradição. Apresentava-se como um infalível meio de salvação, atuando geralmente mediante fórmulas e ritos mágicos, mas não se oferecia a todos os homens, mas - e este era o segredo da atração que o movimento exercia - à minoria dos iniciados".

Sem dúvida, os paralelismos assombram, o que levou, por exemplo, ao historiador Ricardo de la Cierva, a aprofundar nesta linha de pesquisa.

A maçonaria encarna os valores comuns em que se pretende reduzir o cristianismo, nivelando-o às demais religiões. E, por isso, a ética e prática civil dos chamados "valores comuns", mínimo denominador comum das sociedades atuais, constituem o triunfo aparente da maçonaria.

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